08/Abr/2007
Texto do empresário Antonio Hermínio de morais na Folha ratifica os graves problemas de infra-estrutura nacional, os quais são os “gargalos” do crescimento econômico para os quais impoem-se medidas concretas tomadas com antecedência baseadas em estimativas de demanda (ou seja, requerem planejamento de ações) e não “ações improvisadas” como são de praxe aqui em terras brasilis. O empresário cita que os problemas no controle do tráfego aéreo são de falta de recursos materiais (equipamentos) e recursos humanos, diz ainda que segundo especialistas da área, o tempo de treinamento de novos controladores de vôo requer no mínimo 2 anos e cinco anos para poder controlar tráfegos mais intensos de aeroportos como congonhas-SP.Saiba mais.
O editorial de hoje da mesma FSP fala “das piruetas verbais, loopings decisórios e cortinas de fumaça” (coincidência hein, usou o mesmo termo que eu!) nas ações do governo diante da crise. Saiba mais.
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Escrito por Handro
04/Abr/2007
Os políticos brasileiros costumam com freqüência usar de artifícios para não enfrentarem efetivamente os problemas nacionais e assim encaminhar medidas concretas para as respectivas soluções e o que se vê com freqüência é o improviso, o “jeitinho brasileiro”, a inoperância, o amadorismo, a falta de planejamento e a protelação das soluções definitivas. A todo instante surgem novos fatos que ofuscam e anestesiam a cena política nacional.
Eu observo no cotidiano das ações políticas e mesmo até na cobertura da grande mídia com seu discurso único e uníssono um viés que procura desviar do essencial para ficar em medidas efêmeras, pouco eficazes e secundárias. Eu chamo isso de estratégia da “cortina de fumaça”, que passa, obscurece e imobiliza o cenário nacional. Continua…
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Escrito por Handro
21/Fev/2007
Um documentário americano sobre
corrupção e seqüestro no Brasil ganhou, em janeiro, o prêmio do júri
de melhor documentário no Festival de Cinema Sundance, em Utah, nos
Estados Unidos ( provavelmente esteja estreiando em breve no Brasil, como se a gente não visse esse filme todo dia ).
O documentário Manda Bala, dirigido pelo cineasta Jason Kohn, retrata o Brasil como “um dos países mais violentos e corruptos do mundo”.
O
filme acompanha “um político que usa uma fazenda de rãs para roubar
bilhões de dólares, um milionário que investe uma pequena fortuna para
blindar seus carros e um cirurgião plástico que reconstrói as orelhas
de vítimas de seqüestro mutiladas”, diz o comunicado do Sundance que
traz a lista de vencedores.
De acordo com o jornal americano Los Angeles Times, o documentário Manda Bala
se foca em “como os ricos ficam mais ricos e os pobres tentam se safar
fazendo seqüestros e outros crimes”. O filme rendeu o prêmio de melhor
fotografia para a cineasta paranaense Heloísa Passos.
Outro filme americano sobre um país latino, Padre Nuestro, do diretor Christopher Zalla, também brilhou no Sundance.
A
obra, que ganhou o prêmio de melhor filme, fala sobre dois imigrantes
mexicanos que entram ilegalmente nos Estados Unidos por razões
distintas e acabam cruzando seus destinos.
O filme Grace is Gone,
estrelado pelo ator John Cusack, venceu o prêmio do público de melhor
filme. Cusack interpreta um pai que tem que lidar com a morte de sua
esposa durante a guerra no Iraque.
Realizado todos os anos no
mês de janeiro, o Festival de Sundance é tradicionalmente uma vitrine
para o cinema independente americano, organizado pela Fundação
Sundance, criada pelo ator Robert Redford em 1981.
Realidade e ficção são iguais
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05/Fev/2007
02 de fevereiro de 2007 – 11:20-EFE.
Cientistas recebem oferta para questionar estudo sobre clima :
Grupo ligado a empresa petrolífera ExxonMobil , o American Enterprise Institute( AEI ), “centro de estudos” financiado pela maior petrolífera do mundo, ofereceu 10.000 dólares a cientistas e economistas para questionarem o relatório do IPCC ( vide post abaixo ), segundo a edição desta sexta-feira, 2, do jornal britânico The Guardian.
O jornal afirma que cientistas americanos e ingleses receberam propostas indecentes de dinheiro para escreverem artigos contra o relatório e o AEI afirma também que “o conteúdo do relatório é baseado em conclusões precipitadas e com bases em análises insuficientes”.O AEI além de ser financiado por interesses conflitantes, tem estreitos laços com o governo Bush, no qual mais de vinte pessoas da sua equipe trabalham como assessores do governo atual., segundo o texto do jornal, que também tem depoimentos a favor do relatório e de que a postura do AEI é mais política do que científica, portanto sem credibilidade. Outra organização financiada pela Exxon, com
base no Canadá, publicará em Londres um estudo, que questiona o
relatório intergovernamental. Quem viver verá, com certeza !
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